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Relatório aponta tendências que devem orientar marcas com causa em 2026

Relatório aponta tendências que devem orientar marcas com causa em 2026

Um novo estudo lançado pela MOL Impacto, em parceria com a plataforma Marcas com Causa, identifica seis tendências centrais que devem influenciar as estratégias de impacto social das empresas brasileiras em 2026. Intitulado Tendências para Marcas com Causa 2026, o relatório está disponível gratuitamente e reúne dados, análises e entrevistas com especialistas sobre o cenário socioambiental do país.

O levantamento surge em um contexto de polarização políticapressões regulatórias e mudanças no comportamento do consumidor, apontando a necessidade de maior coerência entre discurso e prática por parte das marcas. Segundo o estudo, empresas que alinham posicionamento público, ações concretas e identidade institucional tendem a construir relações mais duradouras com a sociedade.

Entre os destaques, o relatório indica o esporte como vetor de mobilização social. A realização da Copa do Mundo masculina em 2026 e a preparação para a Copa do Mundo feminina em 2027 devem impulsionar iniciativas que conectem esporte, causas sociais e engajamento comunitário, ampliando o alcance de projetos de impacto.

O estudo também aponta um amadurecimento das marcas diante da polarização política. Campanhas associadas a datas simbólicas, como o Junho do Orgulho, passam a ser reavaliadas não como recuo em relação às causas, mas como uma busca por posicionamentos mais consistentes e alinhados à identidade institucional, evitando ações pontuais ou desconectadas da prática cotidiana.

Outro eixo sensível abordado é o avanço das casas de apostas no Brasil. O relatório chama atenção para os dilemas éticos envolvendo patrocínios, doações e construção de reputação, especialmente diante dos impactos desse mercado em comunidades vulneráveis. O tema é tratado como um dos principais desafios para marcas que atuam com responsabilidade social nos próximos anos.

O material completo pode ser acessado gratuitamente aqui.

(Redação ONG News)

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